
O ex-ministro da saúde Nelson Teich se despediu de colegas de trabalho no início da tarde desta sexta (15), de acordo com assessores do ex-titular da pasta da saúde, Teich teria sido demitido pelo presidente Bolsonaro, e não pedido demissão conforme informado em nota oficial.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o estopim da crise que culminou com a saída do então ministro, foi a resistência em recomendar o uso d
a cloroquina desde o início do tratamento da COVID-19, segundo Teich, não há estudos científicos que comprovem a eficacia do medicamento, os estudos até então não tiveram resultados conclusivos.
Nelson Teich foi o sucessor de Henrique Mandetta, que assim como ele defendeu a priorização dos dados científicos no combate ao novo coronavírus, neste momento três nome surgem como favoritos para ocupar a vaga no ministério, a médica Nise Yamaguchi, defensora da Cloroquina, Eduardo Pazzuelo, o mais cotado para assumir de forma interina, general da ativa do exercito, e o deputado federal Osmar Terra, amplo defensor do fim do isolamento social.
Para assessores Teich teria confidenciado que este havia sido o dia mais triste da sua vida, e que não rasgaria sua biografia.

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